Computacional

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Imagem da notícia12/10/26 - Começar é difícil, e os números mostram o desafio. Apenas 21% das escolas de Ensino Fundamental e Médio possuem materiais para aulas de robótica. Na região Norte, esse índice cai para 3%.
Esse cenário não deve ser motivo para recuar. A implantação da Computação nas escolas ainda está no início e ocorre em realidades muito diferentes. Algumas redes já contam com laboratórios e equipamentos; outras precisam avançar em infraestrutura, formação docente e acesso a recursos.
A robótica é uma das possibilidades, mas o ensino de Computação não depende exclusivamente dela. É possível desenvolver pensamento computacional, programação, lógica, cultura digital e resolução de problemas com atividades desplugadas e recursos acessíveis.
Há muito trabalho pela frente. O início exige adaptação, investimento e formação. Mas o movimento já começou, as redes estão se organizando e experiências vêm sendo construídas. Estamos longe do ideal, mas estamos no caminho certo. #Computação #Robótica #Educação
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Imagem da notícia07/10/26 - Ensinar Inteligência Artificial nas escolas não pode significar apenas ensinar estudantes a usar ferramentas criadas por grandes empresas de tecnologia.
Nos Estados Unidos, a presença da Ciência da Computação no Ensino Médio cresceu fortemente na última década, acompanhada por investimentos de empresas em plataformas, equipamentos, formação e materiais educacionais. Agora, com a IA chegando às salas de aula, surge uma discussão necessária: quem define o que os estudantes precisam aprender?
Educação em IA precisa incluir conceitos sobre dados, algoritmos, modelos, vieses, impactos sociais e funcionamento dessas tecnologias. A escola precisa formar estudantes capazes de compreender a tecnologia, questioná-la e tomar decisões conscientes sobre seu uso.
Usar IA é diferente de aprender sobre IA.
#InteligênciaArtificial #Educação #Computação - [Saiba mais]

Imagem da notícia05/10/26 - Qual é a profissão do futuro? Talvez muitas delas ainda nem existam. Em um mercado transformado pela IA, automação e novas tecnologias, prever cargos pode ser menos útil do que preparar estudantes para resolver problemas, criar, colaborar, pensar de forma crítica e principalmente, aprender continuamente.
O Pisa 2025 mostra que 48% dos estudantes brasileiros já usam chatbots semanalmente para aprender, acima dos 46% nos países da OCDE. Para categoria 'pesquisas preliminares sobre novos temas', o índice chega a 40%, frente a 31% na OCDE.
Nesse cenário, a Computação na educação básica ganha espaço ao trabalhar pensamento computacional, cultura digital e entendimento de como as tecnologias funcionam. A escola pode contribuir para que os estudantes desenvolvam autonomia para lidar com ferramentas futuras.
Talvez a profissão do futuro seja menos sobre um cargo definido hoje e mais sobre a capacidade de aprender, adaptar-se, criar soluções e atuar diante de novos problemas.
#IA #BNCCComputacao #Educacao - [Saiba mais]

Imagem da notícia01/10/26 - A presença crescente da inteligência artificial nas escolas traz um debate essencial sobre o papel da educação na era digital. Em reportagem da Exame, o Prof. Christian Brackmann, destaca a urgência de uma mudança de perspectiva pedagógica.
Segundo Brackmann, a escola precisa parar de tratar a IA generativa apenas como uma ferramenta para realizar tarefas e passar a ensiná-la como objeto de conhecimento.
Na prática, isso significa preparar os estudantes para compreenderem os bastidores da tecnologia: entender a procedência dos dados, a maneira como os modelos identificam padrões, os motivos pelos quais podem produzir erros e a forma como surgem os vieses algorítmicos. O estudante pode utilizar essas ferramentas, mas precisa desenvolver capacidade crítica para entender e questionar o que existe por trás da resposta recebida.
#InteligenciaArtificial #Educacao #LetramentoDigital
🔗 https://euvou.net/08d1 - [Saiba mais]

Imagem da notícia30/09/26 - O mercado de trabalho está mudando e a formação dos estudantes também precisa acompanhar esse cenário. Segundo o relatório Future of Jobs 2025, cerca de 39% das habilidades exigidas pelo mercado podem mudar até 2030.
O profissional do futuro combina conhecimentos técnicos com capacidades humanas, como pensamento crítico, criatividade, colaboração, autonomia e resolução de problemas. Programação, robótica e inteligência artificial aparecem como meios para desenvolver pensamento computacional e entender melhor como a tecnologia funciona.
A escola tem papel central nesse processo ao propor experiências práticas, projetos, investigação e uso consciente de recursos digitais. Mais do que preparar para uma profissão específica, a proposta é formar pessoas capazes de aprender continuamente, avaliar informações, trabalhar em equipe e usar tecnologia com responsabilidade.
#Educação #Tecnologia #FuturoDoTrabalho
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BRACKMANN. Computacional: Educação em Computação. 2026.